starlight-bts:

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ouvi tantos alertas de “não se apaixone”

que eu tinha medo do amor. 

quase uma alergia. 

achava possível alguém morrer por um coração partido, 

ter um AVC por pensar tanto em alguém. 

e quando eu te vi, 

eu percebi que, 

se o amor era uma doença, 

eu preferia morrer ao seu lado

que viver sem você.

(dos traumas que você deixou)


eu queria ter um porto seguro, uma âncora humana.

alguém a quem recorrer nos momentos de angústia.

alguém para quem ligar quando a tempestade em mim fosse tamanha

que transbordasse pelos olhos.

não alguém que me diga que tudo vai ficar bem,

mas um alguém que, quando tudo estivesse perdido,

me desse um belo tapa na cara e dissesse

“levanta a cabeça e rema,

porque marinheiro que tem medo de chuva

morre afogado em si mesmo”


ele passou por mim

como uma onda forte,

daquelas que te pegam desprevenidas

e ardem nas costas.

que machucam.

mas pra suportar a dor,

me deixou seu aroma,

aquele cheiro de maré,

de areia molhada pela madrugada.

oh céus,

o que eu não faria para me afogar

nas águas do teu corpo.


β€œ Mata-me de rir
Fala-me de amor. ”
β€” Chico Buarque  (via nobroke)

β€œ Em cada instante das nossas vidas temos um pΓ© nos contos de fadas e outro no abismo. ”
β€” Paulo Coelho  (via assoprador)

β€œ — Você aconselharia alguém a ser escritor?
— Tá querendo me gozar?
— Não, não, falo sério. Aconselharia, como carreira?
— Escritor já nasce feito, não é conselho que vai resolver. ”
β€” Charles Bukowski.    (via delator)


frases-e-citacoes-de-livros:
“ “E mais uma coisa: havia um livro aberto sobre a mesa. Nesse café ninguém jamais abrira um livro sobre a mesa. Para Tereza, o livro era o sinal de reconhecimento de uma fraternidade secreta. Contra o mundo de grosseria...

frases-e-citacoes-de-livros:

“E mais uma coisa: havia um livro aberto sobre a mesa. Nesse café ninguém jamais abrira um livro sobre a mesa. Para Tereza, o livro era o sinal de reconhecimento de uma fraternidade secreta. Contra o mundo de grosseria que a cercava, não tinha efetivamente senão uma arma: os livros que pedia emprestados na biblioteca municipal; sobretudo os romances: lia-os em quantidade, de Fielding a Thomas Mann. Eles não só lhe ofereciam a possibilidade de uma evasão imaginária, arrancando-a de uma vida que não lhe trazia nenhuma satisfação, mas tinham também para ela um significado como objetos: gostava de passear na rua com um livro debaixo do braço. Eram para ela aquilo que uma elegante bengala era para um dândi do século passado. Eles a distinguiam dos outros.” (A insustentável leveza do ser - Milan Kundera)


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